MARÉS ALTAS EM MOSQUEIRO
terça-feira, 25 de abril de 2023
MARES ALTAS EM MOSQUEIRO
Ondas de rio, que avançam desde o início do ano, extendendo-se, pelo menos até abril, provocando danos às orlas das praias da ilha, muris de arrimos, barrancos (falésias), furos e Igarapés, transportando galhos, folhas e sementes, para as areias das praias, até que seja retirados para os lixões.
domingo, 26 de junho de 2016
MARÉS ALTAS DESTROEM MOSQUEIRO
Chegamos ao mês de Julho de 2016
Férias, Calor, Verão, Diversão
Passados os meses de euforia e agitação,
com mudança de lua e marés altas, ocorridas entre os meses de Janeiro a
Junho/16, mosqueiro foi deixado no abandono e na destruição. Encostas foram
destruídas, área de trafego impedidas, muros de arrimos desabaram, orlas de
praias foram dragadas pelas forças da ondas no Rio Pará. Esse rastro de
destruição, poderá ficar como está ou levará meses para ser recuperado e, neste
caso, dependerá da boa vontade do poder público, já que a ilha de mosqueiro,
distrito da capital, continua a minguar pela ajuda, pelos recursos e do apoio
da Prefeitura Municipal de Belém, para se manter e se reerguer, num processo
que demorará meses e até anos. Entretanto, esse trabalho de recuperação, não
dependerá, apenas, de medidas paliativas, mas preventivas e de projetos
viáveis, que venham garantir a proteção das orlas das praias, principalmente as
mais afetadas e que recebem, com mais frequência, os impactos das marés,
responsáveis por elevados prejuízos, tais como aos barraqueiros e moradores das
imediações das mesmas.
Abaixo muitas das imagens registradas
neste ano e que servirão de arquivo de informações e dados para pesquisas,
debates e abordagens à cerca do tema postado: Força das marés em mosqueiro.
Observação: Ao cópia ao recortar alguma das imagens, cite a fonte de pesquisa: http://maresaltasemmosqueiro.blogspot.com
Orla da Praia do Murubira
Próximo a curva do Porto Arthur
Orla da Praia do Porto Arthur
domingo, 31 de março de 2013
MARÉS ALTAS EM MOSQUEIRO: ORLA DO PORTO ARTHUR - 2010
MARÉ ALTA EM MOSQUEIRO _ 2011
| Maré alta e cheia dos rios afetam dez cidades paraenses | |
| A maré alta e a cheia dos principais rios que banham o Pará estão
afetando dez cidades desde que o período de chuva se intensificou na
região neste mês. Segundo Defesa Civil do estado, o nível do Rio Pará
está 3,8 metros acima do normal, que é de 1,81 metro. Os municípios de
Marabá, Santana do Araguaia e Vitória do Xingu estão em situação de
emergência, de acordo com dados do órgão estadual. A cidade de Salinópolis, no litoral paraense, está enfrentando problemas em decorrência da maré alta. Casas e estabelecimentos comerciais da orla foram atingidos pela força da água. Segundo a tábua das mares, feita pelo Centro de Hidrografia da Marinha, o nível normal no mar no município é de 2,75 metros. Às 9h17 desta quarta-feira (23), as ondas chegaram a 5,5 metros de altura. Veja imagens dos prejuízos provocados pela maré alta em Mosqueiro e Salinas: A Defesa Civil informou que as cidades de Parauapebas, Tucuruí, Altamira, Santarém, São Geraldo do Araguaia e Itaituba estão em alerta por causa da cheia dos rios. 'Essas são as chamadas 'Águas de março', que costumeiramente atingem a região no período de chuva. Além dela tem a maré alta, na região do litoral. Estamos mobilizados para atender a toda a população que estiver em situação de risco, mas acredito que a tendência, a partir de agora, que os níveis dos rios desçam', disse major Augusto Sérgio Lima de Almeida, coordenador do órgão estadual. Em Parauapebas, 79 famílias estão desabrigadas e 77 estão desalojadas. Em Tucuruí, são 51 famílias desabrigadas e 30 desalojadas. Altamira tem 51 famílias desabrigadas e 7 desalojadas. Os dados de São Geraldo do Araguaia e Itaituba ainda não foram computados pela Defesa Civil. No caso das cidades em situação de emergência, Marabá está com 394 famílias desabrigadas e 422 desalojadas. Foram montados 16 abrigos para atender parcialmente os casos mais graves. A Defesa Civil registrou 50 famílias desabrigadas e 75 desalojadas em Santana do Araguaia. Os dados de Vitória do Xingu não foram contabilizados. Águas dos rios - Segundo o órgão estadual, Marabá é banhada pelos rios Tocantins e Itacaiúnas. Santana do Araguaia apenas pelo Rio Itacaiúnas e as cidades de Vitória do Xingu e Altamira são abastecidas pelas águas do Rio Xingu. O município de Parauapebas recebe os rios Itacaiúnas e Parauapebas. Tucuruí é banhada pelo Rio Tocantins. Santarém e Itaituba pelo Rio Tapajós. As águas do Rio Itacaiúnas banham São Geraldo do Araguaia. A Defesa Civil do Pará informou, nesta quarta-feira, que o trecho do Rio Tapajós, que passa por Itaituba está com nível de 8,16 metros, pouco menos dos 8,30 metros necessários para situação de alerta. O Rio Xingu, em Altamira, está 13 centímetros acima do nível normal, que é de 7,37 metros. Em Marabá, o Rio Itacaiúnas está com 11,08 metros, quando o nível normal é de 10 metros. Em Tucuruí, o nível do Rio Tocantins está 30 centímetros acima do nível considerado habitual, que é de 10 metros. Em Santarém, o Rio Tapajós baixou para 6,16 metros e o nível de alerta é 7,5 metros. Em Belém, segundo a tábua das marés, o nível do Rio Pará, na região central da capital, atingiu 3,8 metros. O nível normal é de 1,81 metros. 'Essa água atinge mais as docas, o Mercado ver-o-peso e parte da Região Metropolitana. O problema maior fica na cidade, que recebe essa água resulta em problemas. Para quem está navegando, por exemplo, a elevação da água não traz reflexos maiores', disse o tenente Márcio Alberto da Silva, da Defesa Civil do Pará. Fenômeno 'terras caídas' - Um fenômeno fluvial, conhecido popularmente como 'terras caídas' e que costuma ocorrer com certa frequência na cidade de Santarém (PA), está ganhando força e assustando os moradores da comunidade de Fátima do Urucurituba, que fica às margens do Rio Amazonas. A correnteza do rio varreu um trecho de cerca de 500 metros de extensão, de um total de 1,3 mil metros, já destruiu dez casas e uma escola municipal. A destruição e o risco de mortes obrigou a Defesa Civil de Santarém iniciar a retirada das 71 famílias que vivem no local, cerca de 400 pessoas. Fonte: G1 |
MARÉ ALTA EM MOSQUEIRO: 22/03/2011
terça-feira, março 22, 2011
Que bela imagem na Praia do Porto Artur para homenagear o Dia Mundial da Água
Hoje, 22 de Março, comemoramos o dia mundial da água, comemoração que teve início em 1993, por sugestão da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU, e que objetiva manter o assunto em permanente evidência para reflexão sobre nossas atitudes frente às previsões que tornam este recurso cada vez mais inacessível. Aproximadamente 70% da superfície terrestre é coberta por água, o que tem levado o homem a ter uma falsa sensação de abundância desse recurso, acreditando-se que ela seja inesgotável.
Contudo, do total de água disponível, apenas 0,6% podem ser utilizados pelo homem para seu consumo após tratamento. Nem todos os municípios possuem as condições financeiras e estruturais para oferecer aos seus cidadãos água potável de qualidade e em quantidade, sobretudo aqui na Amazônia. Os poços “boca-larga” e as fossas improvisadas são a única opção de quem não dispõe dos serviços de saneamento. Dispostos no mesmo lençol freático, a conseqüência aparece nas estatísticas onde 60% das doenças notificadas em hospitais são de origem hídrica.
Maré Alta Alerta - Em outros municípios paraenses também há previsão de maré alta. Por isso, o Corpo de Bombeiros orienta os moradores de cidades e comunidades localizadas às margens dos rios e oceano Atlântico para que tomem as medidas preventivas nos dias e horários da preamar, que neste mês de março registra a maior maré do ano.
Segundo o major Roger Teixeira, assessor de comunicação do Corpo de Bombeiros, uma dica de segurança importante é, principalmente, evitar locais próximos aos canais e orlas ou pontos sujeitos a alagamentos nos horários de preamar. 'O cuidado com estacionamento de veículos também merece atenção e ainda tem a preocupação com a possibilidade das chuvas coincidirem com a maré cheia, o que eleva as proporções dos alagamentos e inundações na cidade; são as águas de março', completou.
A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, que realiza o monitoramento das previsões das marés e meteorologia durante todo o período, passou alertas às prefeituras dos municípios mais vulneráveis como Belém, Salinas, Marudá, Distritos de Icoaraci e Mosqueiro.
No domingo (20), a maré alta atingiu o nível de 3,70 metros em Mosqueiro. Em Belém na segunda-feira (21), a previsão se confirmou e a maré cheia chegou ao nível de 3,80 metros às 0h17 e 12h28, complicando o trânsito nas áreas propícias a alagamentos. Em Mosqueiro e Salinas, os níveis foram os mesmos do domingo.
Tabela de marés - Nesta terça-feira (22), às 13h15, a maré alta atingiu o nível de 3,80 metros em Belém. Em Mosqueiro, o pico foi às 0h11 e 12h19, com a maré chegando a 3,60 metros. Na praia do Porto Artur (Foto acima) é possível visualizar a força da maré batendo no paredão do arrimo. Já na praia do Maraú repetiu-se os estragos na orla ocasionado pela maré alta.
Postado por
Orlando Brito do Carmo
às
18:45
Fonte: http://blogdomosqueiro.blogspot.com.br/2011/03/que-bela-imagem-na-praia-do-porto-artur.html
MARÉS ALTAS EM MOSQUEIRO
Preia-mares e baixa-mares de Ilha do Mosqueiro
Hoje domingo, 31 de março de 2013, amanheceu em Ilha do Mosqueiro às 6:15 e o pôr do sol será às 18:21. Hoje o dia começa com a lua já visível no céu, de maneira que primeiro veremos o ocaso lunar, que será às 9:55 a 250º sudoeste. Finalmente, a lua voltará a sair pelo sudeste (110º) às 22:23.
No gráfico de preia-mares e baixa-mares, podemos observar que a primeira preia-mar foi às 0:55 e a seguinte preia-mar será às 13:10. A primeira baixa-mar foi às 7:25 e a seguinte baixa-mar será às 19:55.
O coeficiente de marés de hoje é 79. Com este coeficiente tão alto teremos grandes marés e também as correntezas serão muito notórias. As alturas das marés de hoje são 3,6 m, 0,5 m, 3,6 m y 0,4 m. Podemos comparar estes níveis com a preia-mar máxima registrada nas tabelas de marés de Ilha do Mosqueiro que é de 3,9 m e a altura mínima 0,1 m.
A fase lunar é Gibosa Minguante. Teremos 12 horas e 6 minutos de sol. O trânsito solar é às 12:18 e a duração da visibilidade da lua será de 11 horas e 32 minutos.
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Fonte: http://www.tabuademares.com/br/para/ilha-do-mosqueiro
30/03/2013 21h51
- Atualizado em
30/03/2013 21h54
Maré alta provoca estragos e assusta banhistas na ilha do Mosqueiro, no PA
Erosão em algumas praias da ilha traz prejuízos a comerciantes.
Agência distrital diz que fará obras para conter avanço da maré.
A maré alta derrubou árvores e preocupou moradores e visitantes da ilha do Mosqueiro, distrito de Belém,
na tarde deste sábado (30). Em uma das barracas, a areia cedeu. A dona
de um restaurante na praia do Marahu diz que precisa fazer a manutenção
do espaço quase todo o fim de semana para receber os clientes com
segurança.
"Se eu não faço os reparos na frente do meu estabelecimento, se eu não
faço uma mureta pra conter mais a água, um deque de madeira, eu fico sem
área de atendimento", reclama Rosângela Cavalcante.
Nessa época do ano acontece o fenômeno da maré alta. Com o avanço e a
força da água, em muitas praias, como a do Marahu, é possível observar
pontos de erosão. A água invade as barracas e causa prejuízos. Os
estragos podem ser vistos por todos os lados e provocam medo aos
clientes.
"A força da maré é muito grande. É perigoso principalmente para as crianças", diz o empresário Alberto Carvalho.
Na praia do Paraíso, a força da água chegou ao asfalto e a área foi
interditada. Os carros passam perto da área erodida e correm risco de
acidente.
Ao longo de toda a praia, mais sinais de destruição. As duas barracas
de Cila Lameira foram invadidas pela água e aos poucos estão
desaparecendo.
"A cozinha está parada, quebrada. Desde o carnaval que a gente investe,
mas só está tendo prejuízo um atrás do outro", conta a dona do
restaurante.
O banho e a diversão também ficam prejudicados em outras praias como a
do Chapéu Virado. A força da água levou restos de galho para a maré e
dificultou a diversão para os banhistas.
"Perde a ilha, perdem os comerciantes, perdem as pessoas que curtem a praia.", lamenta o engenheiro químico Roberto Vilaça.
E no domingo (31) a maré alta em Mosqueiro deve alcançar três metros e
meio. A cheia deve acontecer por volta de 13h20. Em nota, a agência
distrital de Mosqueiro informou que foi feita uma avaliação nas praias
da ilha e que projetos foram definidos para conter a ação das matés e da
erosão. As obras devem começar após o período de chuvas.
Fonte: http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/03/mare-alta-provoca-estragos-e-assusta-banhistas-na-ilha-do-mosqueiro-no-pa.html - 31/03/2013
Maré alta arrasa duas praias na Ilha de Mosqueiro
Acesso ao paraíso e maraú, em mosqueiro, está bloqueado após quedas de barracas e árvores
31/03/2013 - 13:36 - Belém
A maré alta na ilha de Mosqueiro assustou os banhistas e
comerciantes das praias do Paraíso e Maraú, onde as águas invadiram a
orla e deixando barracas com risco de desabamento. Uma árvore caiu
ontem, por volta do meio-dia, interditando a avenida Beira-Mar. Parte do
asfalto da via cedeu. A maré alta alcançou 3,6 metros e atingiu a
preamar às 12h40. 
O
sargento De Moura, do Corpo de Bombeiros, disse que a situação na praia
do Paraíso é crítica. A queda da árvore é um forte sinal de que a
estrutura da orla não está resistindo. Ainda segundo o militar, o
problema vem ocorrendo desde o carnaval, quando o fenômeno das marés
altas começou a ser registrado na rgeião. Na última quinta-feira, as
águas alcançaram a orla. As barracas instaladas no local não resistiram
ao impacto das ondas e desabaram. 'Todos esses bares estão em áreas de
risco. Parte da avenida Beira-Mar que dá acesso à praia do Paraíso já
foi interditada. O problema está se agravando cada vez mais. Por causa
da força da água orientamos a população a deixar de tomar banho, mas
muita gente ainda se arrisca, é perigoso', diz o sargento.
Lindolfo Lameira, 74 anos, reside há 15 anos na praia do Paraíso e
afirma que o problema também é reflexo do descaso da Agência Distrital
de Mosqueiro. 'Meu filho foi uma das pessoas que perdeu sua barraca. A
situação está muito complicada, as pessoas não têm nem mais como ter
acesso à praia, porque as escadas foram destruídas pela maré. Sem contar
que a maré alta assusta e espanta os banhistas. Em todo esse período
aqui nunca tinha visto algo parecido'.
O vendedor Carlos Araújo, que há um ano comprou uma casa de veraneio,
diz que de paraíso a praia tornou-se um pesadelo. 'É um lugar tão bonito
e agora tudo está sendo destruído. Temos medo que nas próximas marés
essa estrutura não resista e os barraqueiros tenham que abandonar a
orla, sem contar os trechos perigosos da via de acesso que também está
desabando.'
Já na praia do Maraú, Andreia Castro teme que o investimento que fez
para a construção de seu bar seja perdido por causa das águas. Segundo
ela, o problema não é recente. Desde junho do ano passado, quando parte
do barranco onde a estrutura de seu bar está construída, desmoronou, um
laudo do Corpo de Bombeiros, atestando o risco do local, foi encaminhado
para a Agência Distrital. 'Mas nada até hoje foi feito, nunca recebi a
orientação de ninguém, estou aqui há três anos e sou eu que arco com
toda a manutenção. Não há movimento, as árvores centenárias não estão
resistindo. Infelizmente o poder público está deixando acabar o que a
ilha tem de melhor. Eu acredito que a culpa não é da natureza, mas no
homem', afirma.
Fonte: Jornal Amazônia
Fotos: Roberto do Valehttp://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=638109&|mare+alta+arrasa+duas+praias+na+ilha+de+mosqueiro#.UVjFxVeXQ6U
Defesa Civil alerta para maré alta em Mosqueiro
Quinta-Feira, 10/01/2013, 11:17:06 - Atualizado em 10/01/2013, 11:21:35
Apesar de atrair muita gente que acompanha o fenômeno é preciso cuidado com as ondas na ilha (Foto: Daniel Pinto)
Em
comunicado a defesa civil de Belém alerta para marés altas na ilha de
Mosqueiro, distrito da capital paraense, entre os dias 10 e 17 de
janeiro.
De acordo com os técnicos da defesa civil a previsão é que os picos cheguem a quatro metros de altura e por conta disso ofereçam riscos a banhistas, moradores e comerciantes das áreas próximas às margens das praias.
De acordo com os técnicos da defesa civil a previsão é que os picos cheguem a quatro metros de altura e por conta disso ofereçam riscos a banhistas, moradores e comerciantes das áreas próximas às margens das praias.
No sábado e domingo, as altas estão
previstas para às 11h26 e 12h08, respectivamente. “Nesses horários
costuma ser grande a concentração de banhistas, de famílias com
crianças, que precisam estar cientes dos riscos”, adverte o coordenador a
Defesa Civil Municipal, Leoni Loureiro Marques da Silva.
A maior preocupação é com a coincidência da maré alta com as fortes chuvas previstas para esse período. Por isso, cuidados com a segurança também devem ser mantidos por moradores e visitantes de Outeiro, Icoaraci e região das ilhas.
Técnicos da Defesa civil municipal já estão mobilizados para orientar a população em áreas consideradas de risco.
(DOL, com informações da Defesa Civil)
A maior preocupação é com a coincidência da maré alta com as fortes chuvas previstas para esse período. Por isso, cuidados com a segurança também devem ser mantidos por moradores e visitantes de Outeiro, Icoaraci e região das ilhas.
Técnicos da Defesa civil municipal já estão mobilizados para orientar a população em áreas consideradas de risco.
(DOL, com informações da Defesa Civil)
Fonte:http://www.diarioonline.com.br/noticia-232470-defesa-civil-alerta-para-mare-alta-em-mosqueiro.html
http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2013/01/alerta-mosqueiro-e-mare-cheia.html
ALERTA MOSQUEIRO! É MARÉ CHEIA!
_________________
Imagem:
Praia do Porto Arthur - Mosqueiro
turismopelobrasil.net
turismopelobrasil.net
O período mais chuvoso na Amazônia combinado com as
marés mais altas do ano em alguns pontos da região geram graves problemas
ambientais, mais ainda com a mudança da rotina em inúmeras comunidades afetas
as enchente e transbordamentos dos corpos d’águas, como rios, igarapés e
córregos, seja na área rural ou nos ambientes citadinos.
Se por um lado, as “grandes águas” da Amazônia
chegam a deslumbrar visitantes por seu poder e beleza, por outro lado a combinação
de chuva forte com o aumento do nível dos rios chegam a causam sérios desastres
a inúmeras comunidades. Convivemos com o transbordamento dos canais que cortam
cidades como Belém localizada às margens da Baía do Guajará, Suas ilhas, a
exemplo do arquipélago de Mosqueiro e seu ambiente praiano, quando chega este
período, recebe forte alcance das forças encantadoras, mas também destruidora
das marés.
Marés altas, se não tá pra muito peixe, muito menos está
para moradores ribeirinhos e ocupantes da faixa de orla e banhistas! Assim,
soou o Alerta pelo Sistema de Defesa Civil! Janeiro, fevereiro e março de 2013
a Ilha de Mosqueiro terá as maiores marés dos últimos 20 anos, chegando ao
nível de 4,0 metros!
A subida da maré aliada ao período chuvoso trará consigo a erosão em alguns pontos do balneário aumenta o risco de enchentes, enxurradas e alagamento de ruas próximas à orla. As praias Grande, Baía do Sol e do Bispo possuem diversas construções irregulares, como barracas de vendas de alimentos e bebidas e até residências que podem desabar com a maré mais alta. Algumas áreas de falésias sofrerão desgastes intensos como na faixa denominada “muriramba”, no São Francisco e outros pontos da orla. Imprevisível será o impacto do fenômeno no Marahú, faixa de orla praiana que vem sendo castigado ano após ano pelo efeito das marés altas.
A subida da maré aliada ao período chuvoso trará consigo a erosão em alguns pontos do balneário aumenta o risco de enchentes, enxurradas e alagamento de ruas próximas à orla. As praias Grande, Baía do Sol e do Bispo possuem diversas construções irregulares, como barracas de vendas de alimentos e bebidas e até residências que podem desabar com a maré mais alta. Algumas áreas de falésias sofrerão desgastes intensos como na faixa denominada “muriramba”, no São Francisco e outros pontos da orla. Imprevisível será o impacto do fenômeno no Marahú, faixa de orla praiana que vem sendo castigado ano após ano pelo efeito das marés altas.
Segundo as previsões dos
órgãos de pesquisas hidrográficas do país e de defesa civil do estado os três
primeiros meses do ano, a ilha de Mosqueiro conviverá com muitas marés altas e
muito altas. No mês de janeiro temos três marés com altura chegando a 4,0 metros
(com coeficiente de muito alto) entre os dias 11 e 14. No mês seguinte, acontecerão
duas marés de 4,0 m, entre os dias 10 e 11. Já no temido mês de março
acontecerá apenas uma maré de tal altura.
O
coeficiente
de marés de hoje (11/01) é 101
(muito alto). Com este coeficiente tão
alto teremos grandes marés e também as correntezas serão muito notórias. As alturas
das marés de hoje são 0,4 m, 3,5 m, 0,5 m y 3,6 m. Podemos comparar estes níveis com a preia-mar
máximo registrada nas tabelas de marés de Ilha do Mosqueiro que é de 3,9 m e a
altura mínima 0,1 m.
Consulte as Tábuas das Marés em:
www.mar.mil.br/dhn/chm/tabuas/index.htm
www.mar.mil.br/dhn/chm/tabuas/index.htm
OCORRÊNCIAS
DAS MARÉS
Num
campo gravitacional terrestre ideal, ou seja, sem interferências, as águas à
superfície da Terra sofreriam uma aceleração idêntica na direção do centro
de massa terrestre, encontrando-se assim numa situação isopotencial
(situação A na imagem). Mas devido à existência de corpos com campos
gravitacionais significativos a interferirem com o da Terra (Lua e Sol), estes
provocam acelerações que atuam na massa terrestre com intensidades diferentes.
Como os campos gravitacionais atuam com uma intensidade inversamente
proporcional ao quadrado da distância, as acelerações sentidas nos diversos
pontos da Terra não são as mesmas. Assim (situação B e C na imagem) a
aceleração provocada pela Lua têm intensidades significativamente diferentes
entre os pontos mais próximos e mais afastados da Lua.
Desta
forma as massas oceânicas que estão mais próximas da Lua sofrem uma aceleração
de intensidade significativamente superior às massas oceânicas mais afastadas
da Lua. É este diferencial que provoca as alterações da altura das massas de
água à superfície da Terra.
Quando
a maré está em seu ápice chama-se maré alta, maré cheia ou preamar;
quando está no seu menor nível chama-se maré baixa ou baixa-mar.
Em média, as marés oscilam em um período de 12 horas e 24 minutos. Doze horas
devido à rotação da Terra e 24 minutos devido à órbita lunar.
A
altura das marés alta e baixa (relativa ao nível do mar médio) também varia.
Nas luas nova e cheia, as forças gravitacionais do Sol estão na mesma direção
das da Lua, produzindo marés mais altas, chamadas marés de sizígia. Nas
luas minguante e crescente as forças gravitacionais do Sol estão em direções
diferentes das da Lua, anulando parte delas, produzindo marés mais baixas
chamadas marés de quadratura.
TERMINOLOGIA
- Preia-mar (ou preamar) ou maré alta - nível máximo de uma maré cheia.
- Baixa-mar ou maré baixa - nível mínimo de uma maré vazante.
- Estofo - também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, curto período em que não ocorre qualquer alteração na altura de nível.
- Maré enchente - período entre uma baixa-mar e uma preia-mar sucessivas, quando a altura da maré aumenta.
- Vazante - período entre uma preia-mar e uma baixa-mar sucessivas, quando a altura da maré diminui.
- Altura da maré - altura do nível da água, num dado momento, em relação ao plano do zero hidrográfico.
- Elevação da maré - altitude da superfície livre da água, num dado momento, acima do nível médio do mar.
- Amplitude de marés - variação do nível das águas, entre uma preia-mar e uma baixa-mar imediatamente anterior ou posterior.
- Maré de quadratura - maré de pequena amplitude, que se segue ao dia de quarto crescente ou minguante.
- Maré de sizígia - as maiores amplitudes de maré verificadas, durante as luas nova e cheia, quando a influência da Lua e do Sol se reforçam uma a outra, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.
- Zero hidrográfico - nível de referência a partir da qual se define a altura da maré; é variável de país para país, muitas vezes definida pelo nível da mais baixa das baixa-mares registRadas (média das baixa-mares de sizigia) durante um dado período de observação maregráfica.
Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mar%C3%A9
Fonte de Consulta:http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2013/01/alerta-mosqueiro-e-mare-cheia.html
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