terça-feira, 25 de abril de 2023

MARES ALTAS EM MOSQUEIRO

Ondas de rio, que avançam desde o início do ano, extendendo-se, pelo menos até abril, provocando danos às orlas das praias da ilha, muris de arrimos, barrancos (falésias), furos e Igarapés, transportando galhos, folhas e sementes, para as areias das praias, até que seja retirados para os lixões. 

domingo, 26 de junho de 2016

MARÉS ALTAS DESTROEM MOSQUEIRO


Chegamos ao mês de Julho de 2016
Férias, Calor, Verão, Diversão

Passados os meses de euforia e agitação, com mudança de lua e marés altas, ocorridas entre os meses de Janeiro a Junho/16, mosqueiro foi deixado no abandono e na destruição. Encostas foram destruídas, área de trafego impedidas, muros de arrimos desabaram, orlas de praias foram dragadas pelas forças da ondas no Rio Pará. Esse rastro de destruição, poderá ficar como está ou levará meses para ser recuperado e, neste caso, dependerá da boa vontade do poder público, já que a ilha de mosqueiro, distrito da capital, continua a minguar pela ajuda, pelos recursos e do apoio da Prefeitura Municipal de Belém, para se manter e se reerguer, num processo que demorará meses e até anos. Entretanto, esse trabalho de recuperação, não dependerá, apenas, de medidas paliativas, mas preventivas e de projetos viáveis, que venham garantir a proteção das orlas das praias, principalmente as mais afetadas e que recebem, com mais frequência, os impactos das marés, responsáveis por elevados prejuízos, tais como aos barraqueiros e moradores das imediações das mesmas.


Abaixo muitas das imagens registradas neste ano e que servirão de arquivo de informações e dados para pesquisas, debates e abordagens à cerca do tema postado: Força das marés em mosqueiro.
Observação: Ao cópia ao recortar alguma das imagens, cite a fonte de pesquisa: http://maresaltasemmosqueiro.blogspot.com

Orla da Praia do Murubira
Próximo a curva do Porto Arthur









Orla da Praia do Porto Arthur








Orla da Praia do Paraíso


















domingo, 31 de março de 2013

MARÉS ALTAS EM MOSQUEIRO: ORLA DO PORTO ARTHUR - 2010

 ORLA DA PRAIA DO PORTO ARTHUR ESTÁ ENTREGUE AO ABANDONO
Em: 22/11/2010

Orla da Praia do Porto Arthur está entregue ao abandono
calçadas danificadas
e muro de arrimo ameaça desaba
r.



 Fonte de conulta:
Blog: http://fotosdemosqueiro.blogspot.com.br/2010/11/orla-da-praia-do-porto-arthur-esta.html






























MARÉ ALTA EM MOSQUEIRO _ 2011



Maré alta e cheia dos rios afetam dez cidades paraenses
A maré alta e a cheia dos principais rios que banham o Pará estão afetando dez cidades desde que o período de chuva se intensificou na região neste mês. Segundo Defesa Civil do estado, o nível do Rio Pará está 3,8 metros acima do normal, que é de 1,81 metro. Os municípios de Marabá, Santana do Araguaia e Vitória do Xingu estão em situação de emergência, de acordo com dados do órgão estadual.

A cidade de Salinópolis, no litoral paraense, está enfrentando problemas em decorrência da maré alta. Casas e estabelecimentos comerciais da orla foram atingidos pela força da água. Segundo a tábua das mares, feita pelo Centro de Hidrografia da Marinha, o nível normal no mar no município é de 2,75 metros. Às 9h17 desta quarta-feira (23), as ondas chegaram a 5,5 metros de altura.

Veja imagens dos prejuízos provocados pela maré alta em Mosqueiro e Salinas:


A Defesa Civil informou que as cidades de Parauapebas, Tucuruí, Altamira, Santarém, São Geraldo do Araguaia e Itaituba estão em  alerta por causa da cheia dos rios. 'Essas são as chamadas 'Águas de março', que costumeiramente atingem a região no período de chuva. Além dela tem a maré alta, na região do litoral. Estamos mobilizados para atender a toda a população que estiver em situação de risco, mas acredito que a tendência, a partir de agora, que os níveis dos rios desçam', disse major Augusto Sérgio Lima de Almeida, coordenador do órgão estadual.

Em Parauapebas, 79 famílias estão desabrigadas e 77 estão desalojadas. Em Tucuruí, são 51 famílias desabrigadas e 30 desalojadas. Altamira tem 51 famílias desabrigadas e 7 desalojadas. Os dados de São Geraldo do Araguaia e Itaituba ainda não foram computados pela Defesa Civil.

No caso das cidades em situação de emergência, Marabá está com 394 famílias desabrigadas e 422 desalojadas. Foram montados 16 abrigos para atender parcialmente os casos mais graves. A Defesa Civil registrou 50 famílias desabrigadas e 75 desalojadas em Santana do Araguaia. Os dados de Vitória do Xingu não foram contabilizados.

Águas dos rios - Segundo o órgão estadual, Marabá é banhada pelos rios Tocantins e Itacaiúnas. Santana do Araguaia apenas pelo Rio Itacaiúnas e as cidades de Vitória do Xingu e Altamira são abastecidas pelas águas do Rio Xingu. O município de Parauapebas recebe os rios Itacaiúnas e Parauapebas. Tucuruí é banhada pelo Rio Tocantins. Santarém e Itaituba pelo Rio Tapajós. As águas do Rio Itacaiúnas banham São Geraldo do Araguaia.

A Defesa Civil do Pará informou, nesta quarta-feira, que o trecho do Rio Tapajós, que passa por Itaituba está com nível de 8,16 metros, pouco menos dos 8,30 metros necessários para situação de alerta. O Rio Xingu, em Altamira, está 13 centímetros acima do nível normal, que é de 7,37 metros.

Em Marabá, o Rio Itacaiúnas está com 11,08 metros, quando o nível normal é de 10 metros. Em Tucuruí, o nível do Rio Tocantins está 30 centímetros acima do nível considerado habitual, que é de 10 metros. Em Santarém, o Rio Tapajós baixou para 6,16 metros e o nível de alerta é 7,5 metros.

Em Belém, segundo a tábua das marés, o nível do Rio Pará, na região central da capital, atingiu 3,8 metros. O nível normal é de 1,81 metros. 'Essa água atinge mais as docas, o Mercado ver-o-peso e parte da Região Metropolitana. O problema maior fica na cidade, que recebe essa água resulta em problemas. Para quem está navegando, por exemplo, a elevação da água não traz reflexos maiores', disse o tenente Márcio Alberto da Silva, da Defesa Civil do Pará.

Fenômeno 'terras caídas' - Um fenômeno fluvial, conhecido popularmente como 'terras caídas' e que costuma ocorrer com certa frequência na cidade de Santarém (PA), está ganhando força e assustando os moradores da comunidade de Fátima do Urucurituba, que fica às margens do Rio Amazonas. A correnteza do rio varreu um trecho de cerca de 500 metros de extensão, de um total de 1,3 mil metros, já destruiu dez casas e uma escola municipal. A destruição e o risco de mortes obrigou a Defesa Civil de Santarém iniciar a retirada das 71 famílias que vivem no local, cerca de 400 pessoas.

Fonte: G1

MARÉ ALTA EM MOSQUEIRO: 22/03/2011

terça-feira, março 22, 2011

Que bela imagem na Praia do Porto Artur para homenagear o Dia Mundial da Água


Hoje, 22 de Março, comemoramos o dia mundial da água, comemoração que teve início em 1993, por sugestão da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas – ONU, e que objetiva manter o assunto em permanente evidência para reflexão sobre nossas atitudes frente às previsões que tornam este recurso cada vez mais inacessível. Aproximadamente 70% da superfície terrestre é coberta por água, o que tem levado o homem a ter uma falsa sensação de abundância desse recurso, acreditando-se que ela seja inesgotável.

Contudo, do total de água disponível, apenas 0,6% podem ser utilizados pelo homem para seu consumo após tratamento. Nem todos os municípios possuem as condições financeiras e estruturais para oferecer aos seus cidadãos água potável de qualidade e em quantidade, sobretudo aqui na Amazônia. Os poços “boca-larga” e as fossas improvisadas são a única opção de quem não dispõe dos serviços de saneamento. Dispostos no mesmo lençol freático, a conseqüência aparece nas estatísticas onde 60% das doenças notificadas em hospitais são de origem hídrica.

Maré Alta Alerta - Em outros municípios paraenses também há previsão de maré alta. Por isso, o Corpo de Bombeiros orienta os moradores de cidades e comunidades localizadas às margens dos rios e oceano Atlântico para que tomem as medidas preventivas nos dias e horários da preamar, que neste mês de março registra a maior maré do ano.

Segundo o major Roger Teixeira, assessor de comunicação do Corpo de Bombeiros, uma dica de segurança importante é, principalmente, evitar locais próximos aos canais e orlas ou pontos sujeitos a alagamentos nos horários de preamar. 'O cuidado com estacionamento de veículos também merece atenção e ainda tem a preocupação com a possibilidade das chuvas coincidirem com a maré cheia, o que eleva as proporções dos alagamentos e inundações na cidade; são as águas de março', completou.

A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, que realiza o monitoramento das previsões das marés e meteorologia durante todo o período, passou alertas às prefeituras dos municípios mais vulneráveis como Belém, Salinas, Marudá, Distritos de Icoaraci e Mosqueiro.

No domingo (20), a maré alta atingiu o nível de 3,70 metros em Mosqueiro. Em Belém na segunda-feira (21), a previsão se confirmou e a maré cheia chegou ao nível de 3,80 metros às 0h17 e 12h28, complicando o trânsito nas áreas propícias a alagamentos. Em Mosqueiro e Salinas, os níveis foram os mesmos do domingo.

Tabela de marés - Nesta terça-feira (22), às 13h15, a maré alta atingiu o nível de 3,80 metros em Belém. Em Mosqueiro, o pico foi às 0h11 e 12h19, com a maré chegando a 3,60 metros. Na praia do Porto Artur (Foto acima) é possível visualizar a força da maré batendo no paredão do arrimo. Já na praia do Maraú repetiu-se os estragos na orla ocasionado pela maré alta. 
 

MARÉS ALTAS EM MOSQUEIRO


Preia-mares e baixa-mares de Ilha do Mosqueiro  

Hoje domingo, 31 de março de 2013, amanheceu em Ilha do Mosqueiro às 6:15 e o pôr do sol será às 18:21. Hoje o dia começa com a lua já visível no céu, de maneira que primeiro veremos o ocaso lunar, que será às 9:55 a 250º sudoeste. Finalmente, a lua voltará a sair pelo sudeste (110º) às 22:23.
No gráfico de preia-mares e baixa-mares, podemos observar que a primeira preia-mar foi às 0:55 e a seguinte preia-mar será às 13:10. A primeira baixa-mar foi às 7:25 e a seguinte baixa-mar será às 19:55.
O coeficiente de marés de hoje é 79. Com este coeficiente tão alto teremos grandes marés e também as correntezas serão muito notórias. As alturas das marés de hoje são 3,6 m, 0,5 m, 3,6 m y 0,4 m. Podemos comparar estes níveis com a preia-mar máxima registrada nas tabelas de marés de Ilha do Mosqueiro que é de 3,9 m e a altura mínima 0,1 m.
A fase lunar é Gibosa Minguante. Teremos 12 horas e 6 minutos de sol. O trânsito solar é às 12:18 e a duração da visibilidade da lua será de 11 horas e 32 minutos.

Fonte:  http://www.tabuademares.com/br/para/ilha-do-mosqueiro



 
30/03/2013 21h51 - Atualizado em 30/03/2013 21h54

Maré alta provoca estragos e assusta banhistas na ilha do Mosqueiro, no PA

Erosão em algumas praias da ilha traz prejuízos a comerciantes.
Agência distrital diz que fará obras para conter avanço da maré.





A maré alta derrubou árvores e preocupou moradores e visitantes da ilha do Mosqueiro, distrito de Belém, na tarde deste sábado (30). Em uma das barracas, a areia cedeu. A dona de um restaurante na praia do Marahu diz que precisa fazer a manutenção do espaço quase todo o fim de semana para receber os clientes com segurança.
"Se eu não faço os reparos na frente do meu estabelecimento, se eu não faço uma mureta pra conter mais a água, um deque de madeira, eu fico sem área de atendimento", reclama Rosângela Cavalcante.
Nessa época do ano acontece o fenômeno da maré alta. Com o avanço e a força da água, em muitas praias, como a do Marahu, é possível observar pontos de erosão. A água invade as barracas e causa prejuízos. Os estragos podem ser vistos por todos os lados e provocam medo aos clientes.
"A força da maré é muito grande. É perigoso principalmente para as crianças", diz o empresário  Alberto Carvalho.
Na praia do Paraíso, a força da água chegou ao asfalto e a área foi interditada. Os carros passam perto da área erodida e correm risco de acidente.
Ao longo de toda a praia, mais sinais de destruição. As duas barracas de Cila Lameira foram invadidas pela água e aos poucos estão desaparecendo.
"A cozinha está parada, quebrada. Desde o carnaval que a gente investe, mas só está tendo prejuízo um atrás do outro", conta a dona do restaurante.
O banho e a diversão também ficam prejudicados em outras praias como a do Chapéu Virado.  A força da água levou restos de galho para a maré e dificultou a diversão para os banhistas.
"Perde a ilha, perdem os comerciantes, perdem as pessoas que curtem a praia.", lamenta o engenheiro químico Roberto Vilaça.
E no domingo (31) a maré alta em Mosqueiro deve alcançar três metros e meio. A cheia deve acontecer por volta de 13h20. Em nota, a agência distrital de Mosqueiro informou que foi feita uma avaliação nas praias da ilha e que projetos foram definidos para conter a ação das matés e da erosão. As obras devem começar após o período de chuvas.

Fonte:  http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2013/03/mare-alta-provoca-estragos-e-assusta-banhistas-na-ilha-do-mosqueiro-no-pa.html - 31/03/2013






Maré alta arrasa duas praias na Ilha de Mosqueiro

Acesso ao paraíso e maraú, em mosqueiro, está bloqueado após quedas de barracas e árvores

31/03/2013 - 13:36 - Belém

A maré alta na ilha de Mosqueiro assustou os banhistas e comerciantes das praias do Paraíso e Maraú, onde as águas invadiram a orla e deixando barracas com risco de desabamento. Uma árvore caiu ontem, por volta do meio-dia, interditando a avenida Beira-Mar. Parte do asfalto da via cedeu. A maré alta alcançou 3,6 metros e atingiu a preamar às 12h40.

O sargento De Moura, do Corpo de Bombeiros, disse que a situação na praia do Paraíso é crítica. A queda da árvore é um forte sinal de que a estrutura da orla não está resistindo. Ainda segundo o militar, o problema vem ocorrendo desde o carnaval, quando o fenômeno das marés altas começou a ser registrado na rgeião. Na última quinta-feira, as águas alcançaram a orla. As barracas instaladas no local não resistiram ao impacto das ondas e desabaram. 'Todos esses bares estão em áreas de risco. Parte da avenida Beira-Mar que dá acesso à praia do Paraíso já foi interditada. O problema está se agravando cada vez mais. Por causa da força da água orientamos a população a deixar de tomar banho, mas muita gente ainda se arrisca, é perigoso', diz o sargento. Lindolfo Lameira, 74 anos, reside há 15 anos na praia do Paraíso e afirma que o problema também é reflexo do descaso da Agência Distrital de Mosqueiro. 'Meu filho foi uma das pessoas que perdeu sua barraca. A situação está muito complicada, as pessoas não têm nem mais como ter acesso à praia, porque as escadas foram destruídas pela maré. Sem contar que a maré alta assusta e espanta os banhistas. Em todo esse período aqui nunca tinha visto algo parecido'. O vendedor Carlos Araújo, que há um ano comprou uma casa de veraneio, diz que de paraíso a praia tornou-se um pesadelo. 'É um lugar tão bonito e agora tudo está sendo destruído. Temos medo que nas próximas marés essa estrutura não resista e os barraqueiros tenham que abandonar a orla, sem contar os trechos perigosos da via de acesso que também está desabando.' Já na praia do Maraú, Andreia Castro teme que o investimento que fez para a construção de seu bar seja perdido por causa das águas. Segundo ela, o problema não é recente. Desde junho do ano passado, quando parte do barranco onde a estrutura de seu bar está construída, desmoronou, um laudo do Corpo de Bombeiros, atestando o risco do local, foi encaminhado para a Agência Distrital. 'Mas nada até hoje foi feito, nunca recebi a orientação de ninguém, estou aqui há três anos e sou eu que arco com toda a manutenção. Não há movimento, as árvores centenárias não estão resistindo. Infelizmente o poder público está deixando acabar o que a ilha tem de melhor. Eu acredito que a culpa não é da natureza, mas no homem', afirma.
Fonte: Jornal Amazônia
Fotos: Roberto do Vale
 http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=638109&|mare+alta+arrasa+duas+praias+na+ilha+de+mosqueiro#.UVjFxVeXQ6U


Defesa Civil alerta para maré alta em Mosqueiro

Quinta-Feira, 10/01/2013, 11:17:06 - Atualizado em 10/01/2013, 11:21:35
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Defesa Civil alerta para maré alta em Mosqueiro (Foto: Daniel Pinto)
Apesar de atrair muita gente que acompanha o fenômeno é preciso cuidado com as ondas na ilha (Foto: Daniel Pinto)
Em comunicado a defesa civil de Belém alerta para marés altas na ilha de Mosqueiro, distrito da capital paraense, entre os dias 10 e 17 de janeiro.

De acordo com os técnicos da defesa civil a previsão é que os picos cheguem a quatro metros de altura e por conta disso ofereçam riscos a banhistas, moradores e comerciantes das áreas próximas às margens das praias.
No sábado e domingo, as altas estão previstas para às 11h26 e 12h08, respectivamente. “Nesses horários costuma ser grande a concentração de banhistas, de famílias com crianças, que precisam estar cientes dos riscos”, adverte o coordenador a Defesa Civil Municipal, Leoni Loureiro Marques da Silva.

A maior preocupação é com a coincidência da maré alta com as fortes chuvas previstas para esse período. Por isso, cuidados com a segurança também devem ser mantidos por moradores e visitantes de Outeiro, Icoaraci e região das ilhas.

Técnicos da Defesa civil municipal já estão mobilizados para orientar a população em áreas consideradas de risco.

(DOL, com informações da Defesa Civil)
Fonte:http://www.diarioonline.com.br/noticia-232470-defesa-civil-alerta-para-mare-alta-em-mosqueiro.html




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Imagem:
Praia do Porto Arthur - Mosqueiro
turismopelobrasil.net
O período mais chuvoso na Amazônia combinado com as marés mais altas do ano em alguns pontos da região geram graves problemas ambientais, mais ainda com a mudança da rotina em inúmeras comunidades afetas as enchente e transbordamentos dos corpos d’águas, como rios, igarapés e córregos, seja na área rural ou nos ambientes citadinos.
Se por um lado, as “grandes águas” da Amazônia chegam a deslumbrar visitantes por seu poder e beleza, por outro lado a combinação de chuva forte com o aumento do nível dos rios chegam a causam sérios desastres a inúmeras comunidades. Convivemos com o transbordamento dos canais que cortam cidades como Belém localizada às margens da Baía do Guajará, Suas ilhas, a exemplo do arquipélago de Mosqueiro e seu ambiente praiano, quando chega este período, recebe forte alcance das forças encantadoras, mas também destruidora das marés.
Marés altas, se não tá pra muito peixe, muito menos está para moradores ribeirinhos e ocupantes da faixa de orla e banhistas! Assim, soou o Alerta pelo Sistema de Defesa Civil! Janeiro, fevereiro e março de 2013 a Ilha de Mosqueiro terá as maiores marés dos últimos 20 anos, chegando ao nível de 4,0 metros!

A subida da maré aliada ao período chuvoso trará consigo a erosão em alguns pontos do balneário aumenta o risco de enchentes, enxurradas e alagamento de ruas próximas à orla. As praias Grande, Baía do Sol e do Bispo possuem diversas construções irregulares, como barracas de vendas de alimentos e bebidas e até residências que podem desabar com a maré mais alta. Algumas áreas de falésias sofrerão desgastes intensos como na faixa denominada “muriramba”, no São Francisco e outros pontos da orla. Imprevisível será o impacto do fenômeno no Marahú, faixa de orla praiana que vem sendo castigado ano após ano pelo efeito das marés altas.
Segundo as previsões dos órgãos de pesquisas hidrográficas do país e de defesa civil do estado os três primeiros meses do ano, a ilha de Mosqueiro conviverá com muitas marés altas e muito altas. No mês de janeiro temos três marés com altura chegando a 4,0 metros (com coeficiente de muito alto) entre os dias 11 e 14. No mês seguinte, acontecerão duas marés de 4,0 m, entre os dias 10 e 11. Já no temido mês de março acontecerá apenas uma maré de tal altura. 
O coeficiente de marés de hoje (11/01) é 101 (muito alto). Com este coeficiente tão alto teremos grandes marés e também as correntezas serão muito notórias. As alturas das marés de hoje são 0,4 m, 3,5 m, 0,5 m y 3,6 m. Podemos comparar estes níveis com a preia-mar máximo registrada nas tabelas de marés de Ilha do Mosqueiro que é de 3,9 m e a altura mínima 0,1 m.
Consulte as Tábuas das Marés em:
www.mar.mil.br/dhn/chm/tabuas/index.htm
OCORRÊNCIAS DAS MARÉS
Num campo gravitacional terrestre ideal, ou seja, sem interferências, as águas à superfície da Terra sofreriam uma aceleração idêntica na direção do centro de massa terrestre, encontrando-se assim numa situação isopotencial (situação A na imagem). Mas devido à existência de corpos com campos gravitacionais significativos a interferirem com o da Terra (Lua e Sol), estes provocam acelerações que atuam na massa terrestre com intensidades diferentes. Como os campos gravitacionais atuam com uma intensidade inversamente proporcional ao quadrado da distância, as acelerações sentidas nos diversos pontos da Terra não são as mesmas. Assim (situação B e C na imagem) a aceleração provocada pela Lua têm intensidades significativamente diferentes entre os pontos mais próximos e mais afastados da Lua.
Desta forma as massas oceânicas que estão mais próximas da Lua sofrem uma aceleração de intensidade significativamente superior às massas oceânicas mais afastadas da Lua. É este diferencial que provoca as alterações da altura das massas de água à superfície da Terra.
Quando a maré está em seu ápice chama-se maré alta, maré cheia ou preamar; quando está no seu menor nível chama-se maré baixa ou baixa-mar. Em média, as marés oscilam em um período de 12 horas e 24 minutos. Doze horas devido à rotação da Terra e 24 minutos devido à órbita lunar.
A altura das marés alta e baixa (relativa ao nível do mar médio) também varia. Nas luas nova e cheia, as forças gravitacionais do Sol estão na mesma direção das da Lua, produzindo marés mais altas, chamadas marés de sizígia. Nas luas minguante e crescente as forças gravitacionais do Sol estão em direções diferentes das da Lua, anulando parte delas, produzindo marés mais baixas chamadas marés de quadratura.
TERMINOLOGIA
  • Preia-mar (ou preamar) ou maré alta - nível máximo de uma maré cheia.
  • Baixa-mar ou maré baixa - nível mínimo de uma maré vazante.
  • Estofo - também conhecido como reponto de maré, ocorre entre marés, curto período em que não ocorre qualquer alteração na altura de nível.
  • Maré enchente - período entre uma baixa-mar e uma preia-mar sucessivas, quando a altura da maré aumenta.
  • Vazante - período entre uma preia-mar e uma baixa-mar sucessivas, quando a altura da maré diminui.
  • Altura da maré - altura do nível da água, num dado momento, em relação ao plano do zero hidrográfico.
  • Elevação da maré - altitude da superfície livre da água, num dado momento, acima do nível médio do mar.
  • Amplitude de marés - variação do nível das águas, entre uma preia-mar e uma baixa-mar imediatamente anterior ou posterior.
  • Maré de quadratura - maré de pequena amplitude, que se segue ao dia de quarto crescente ou minguante.
  • Maré de sizígia - as maiores amplitudes de maré verificadas, durante as luas nova e cheia, quando a influência da Lua e do Sol se reforçam uma a outra, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.
  • Zero hidrográfico - nível de referência a partir da qual se define a altura da maré; é variável de país para país, muitas vezes definida pelo nível da mais baixa das baixa-mares registRadas (média das baixa-mares de sizigia) durante um dado período de observação maregráfica.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mar%C3%A9
 Fonte de Consulta:
http://mosqueiroambiental.blogspot.com.br/2013/01/alerta-mosqueiro-e-mare-cheia.html